“Achei-me em espírito, no dia do Senhor.”
“Eu, João, irmão vosso e companheiro
na tribulação, no reino e na perseverança, em Jesus,
achei-me na ilha chamada Patmos,
por causa da palavra de Deus e do
testemunho de Jesus.”
“Achei-me em espírito, no dia do Senhor,
e ouvi, por detrás de mim, grande voz,
como de trombeta,”
“dizendo: O que vês escreve em livro
e manda às sete igrejas: Éfeso, Esmirna,
Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e
Laodicéia.”
“Voltei-me para ver quem falava comigo
e, voltado, vi sete candeeiros de ouro”
“e, no meio dos candeeiros, um semelhante
a filho de homem, com vestidos talares e
cingido à altura do peito,
com uma cinta de ouro.
“A sua cabeça e cabelos eram brancos
como alva lã, como neve;
os olhos, como chama de fogo;”
“os pés, semelhantes ao bronze polido,
como que refinado numa fornalha;
a voz, como voz de muitas águas.”
“Tinha na mão direita sete estrelas,
e da boca saía-lhe uma afiada espada
de dois gumes. O rosto brilhava
como o sol na sua força.”
“Quando o vi, caí a seus pés como morto.
Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo:
Não temas; eu sou o primeiro e o último”
“e aquele que vive; estive morto,
mas eis que estou vivo
pelos séculos dos séculos e
tenho comigo as chaves
da morte e do inferno.”
“Escreve, pois, as coisas que viste,
e as que são, e as que hão de
acontecer depois destas.”
“Quanto ao mistério das sete estrelas que
viste na minha mão direita e aos sete
candeeiros de ouro, as sete estrelas são
os anjos das sete igrejas, e os sete
candeeiros são as sete igrejas.”
Apocalipse 1. 9-20.
A ilha de Patmos era uma ilha prisão para onde eram enviados
aqueles que o império romano queria que fossem esquecidos e, neste caso,
impedido de anunciar a palavra de Deus, o Seu reino e
o testemunho do Salvador, o Senhor Jesus.
Repare que João, mesmo numa prisão física, mantinha
a sua comunhão com Deus, achava-se em espírito, no dia do Senhor,
no dia da semana que ele separava para orar, meditar na palavra,
cantar um hino, que constituía a sua perseverança nos fundamentos cristãos,
para que o fruto do Espírito de Deus aconteça: “amor, paz, longanimidade,
benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.”
(Gálatas 5. 22,23) Assim teve condições para ouvir a revelação do Senhor Jesus.
Revelação essa que não é exclusiva para o apóstolo João,
mas é para ser registada em livro e enviada às sete igrejas.
As sete igrejas simbolizam sete igrejas físicas, locais de culto, com
características próprias e algumas diferenças entre si.
Sete que Deus nomeou, pois ainda carregavam a luz da fé cristã,
mas com necessidade de reparos.
E também simbolizam sete tipos de pessoas que frequentam os locais de culto
ou se preocupam em guardar a fé cristã, mas também evidenciam algumas falhas.
Um dos pontos essenciais para ser igreja nomeada por Deus é ter
aceitado o Salvador ungido por Deus, o Senhor Jesus. Que quando esteve
na terra como filho do homem, não se distinguia dos demais, tanto que Judas,
quando o traiu, teve que O beijar para identificar para os soldados quem era o Senhor.
Agora, só no apocalipse, que é a revelação, é que o Senhor revela
a Sua verdadeira aparência no Seu reino...
“...O rosto brilhava como o sol na sua força...
e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes...estou vivo...
e tenho as chaves da morte e do inferno.”
O único que tem o poder de salvar o ser humano da morte espiritual,
que é viver na eternidade separado de Deus, e do inferno.
Aos irmãos, companheiros no reino, na perseverança em Jesus,
o próprio põe a Sua mão sobre si e diz: “Não temas;...”
Se assim desejar, faça a sua oração:
“Senhor, meu Deus e meu Pai,
em nome do Senhor Jesus,
Pai nosso que estais no Céu,
Santificado seja o Seu Nome
Venha a nós o Seu reino
Seja feita a Sua vontade
Perdoe as minhas falhas
Assim como perdoo aos meus devedores
E não nos deixe cair em tentação
Mas livre-nos Senhor de todo o mal
Pois do Senhor é o reino, o poder e a glória
Amém. Graças a Deus”
Se puder aceder ao YouTube, ouça agora a música: “Guarda de Israel”
cantada por Milton Cardoso.
“Elevo os meus olhos para os montes
De onde me virá o socorro?
O meu socorro vem do meu Senhor
Que criou os céus e a terra
Não deixará que o teu pé vacile
O Senhor é quem te guarda
Não dormirá o guarda de Israel
Pois Ele é o teu socorro
O Senhor é quem te guarda
É a tua sombra à direita
Ele guarda a tua alma
Te protege contra o mal
Ele guarda a tua entrada
E a tua saída
Desde agora e para sempre”
(um pregador – Manuel)
Glória e honra ao Senhor Jesus
Um conto:
“De volta á pequena aldeia, onde o Manuel e a sua noiva passeiam pela rua principal observando as montras das lojas quando ao passar pela florista o Manuel repara que dentro da loja se encontra a modista a comprar flores.
Então dirige-se a ela:
“Bom dia, dona Isabel. Tudo bem?”.
“Nem por isso. Sabes que o meu pai estava acamado e doente. Mesmo após a visita do senhor Miguel, continuou a piorar e faleceu há dois dias.”
“Como foi nesse dia? Pode relatar até ao momento em que percebeu que ele partiu?”
“Sim. Ele estava na cama e de manhã pediu para ver umas fotos de família. Levei-as para ele ver e continuei nos meus afazeres. Mais tarde ao passar pelo quarto, vejo o corpo dele inanimado com a foto da minha mãe na mão e na outra mão a bíblia que o senhor Miguel lhe tinha oferecido.”
“E a expressão do rosto como era?”
“Sereno.”
“Bom, dona Isabel, eu creio que o senhor Carlos partiu em paz para a eternidade. Se arrependeu dos pecados e falhas e aceitou o salvador, o Senhor Jesus. Deus abençoe a senhora.”