"...um homem que semeou boa semente no seu campo."
(Prezado leitor, é aconselhável fazer uma oração inicial para Deus abençoar o entendimento da Sua palavra e,
se for leitor novo, iniciar com as mensagens mais antigas, onde se começa com os fundamentos cristãos e vai evoluindo
até às mensagens mais recentes que são orientadas para quem já aceita o Senhor Jesus como Salvador e
pretende estar no Seu caminho.
Deus abençoe.)
A parábola do joio.
“Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante
a um homem que semeou boa semente no seu campo;”
“mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou o joio
no meio do trigo e retirou-se.”
“E, quando a erva cresceu e produziu fruto, apareceu também o joio.”
“Então, vindo os servos do dono da casa, lhe disseram: Senhor não semeaste
boa semente no teu campo? Donde vem, pois, o joio?”
“Ele, porém, lhes respondeu: um inimigo fez isto. Mas os servos lhe perguntaram:
Queres que vamos e arranquemos o joio?”
“Não! Replicou ele, para que, ao separar o joio,
não arranqueis também o trigo.”
“Deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita,
direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado;
mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro.” ....
“Então despedindo a multidão, foi Jesus para casa. E, chegando-se a Ele
os seus discípulos, disseram: Explica-nos a parábola do joio do campo.”
“E Ele respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do Homem;”
“o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino;
o joio são os filhos do maligno;”
“o inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa é a consumação do século,
e os ceifeiros são os anjos.”
“Pois, assim como o joio é colhido e lançado ao fogo,
assim será na consumação do século.”
“Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino
todos os escândalos e os que praticam a iniquidade”
“e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes.”
“Então, os justos resplandecerão como o sol, no reino do seu Pai.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.”
Mateus 13. 24-30, 36-43
O joio é uma planta daninha que compete com as outras culturas pela água,
nutrientes e luz solar. Além disso, o joio liberta substâncias químicas que
inibem o crescimento das plantas ao seu redor, prejudicando ainda mais as
demais culturas agrícolas.
Repare no interesse que o inimigo de Deus tem em semear o joio, os seus filhos,
no meio dos filhos de Deus, para competir com eles pela água, nutrientes e luz –
que se refere ao justo se manter no caminho da salvação, com água - a palavra de Deus
que o alimenta, nutrientes – o temor, a humildade, a simplicidade e pureza, e a luz –
a Sua paz; e impedir os filhos do reino de crescer, pelo que liberta os seus químicos:
todo o brilho do mundo que, sem controle nem equilíbrio, o ofusca do seu caminho;
as palavras de dúvida, medo, e, especialmente, a incredulidade.
Na atualidade são muito diversificados e de longo alcance os meios que o joio
tem para difundir os seus “químicos” perniciosos. E muitas vezes o justo,
“enquanto os homens dormiam”, ou seja, quando não vigiam, vem o maligno
e semeia a sua semente. Aqui a nível mais pessoal, esse campo também se pode
referir à mente humana, que é o maior palco de batalha do ser humano, onde o que
irá prevalecer: o joio – as ideias e pecados soprados pelo maligno ou a divina semente
– ou a palavra de Deus?
Depende do que cada um valoriza e se empenha por ser – joio ou trigo.
Se assim desejar, faça a sua oração:
“Senhor, meu Deus e meu Pai,
em nome do Senhor Jesus,
Pai nosso que estais no Céu,
Santificado seja o Seu Nome
Venha a nós o Seu reino
Seja feita a Sua vontade
Perdoe as minhas falhas
Assim como perdoo aos meus devedores
E não nos deixe cair em tentação
Mas livre-nos Senhor de todo o mal
Pois do Senhor é o reino, o poder e a glória
Amém. Graças a Deus”
Se puder aceder ao YouTube, ouça agora a música: “Conversão” cantada por Milton Cardoso.
Oh! Quão cego andei e perdido vaguei
Longe, longe do meu Salvador!
Mas do céu Ele desceu, e Seu sangue verteu
Pra salvar um tão pobre pecador
Foi na cruz, foi na cruz
Onde um dia eu vi
meu pecado castigado em Jesus
Foi ali, pela fé, que os olhos abri
E agora me alegro em sua Luz
Eu ouvia falar dessa graça sem par
Que do céu trouxe nosso Jesus
Mas eu surdo me fiz, converter-me não quis
Ao Senhor, que por mim, morreu na cruz
Foi na cruz, foi na cruz
Onde um dia eu vi
meu pecado castigado em Jesus
Foi ali, pela fé, que os olhos abri
E agora me alegro em sua Luz
Mas um dia senti meu pecado, e vi
Sobre mim a espada da lei
Apressado fugi, em Jesus me escondi
E abrigo seguro n'Ele achei
Quão ditoso, então, este meu coração
Conhecendo o excelso amor
Que levou meu Jesus a sofrer lá na cruz
Pra salvar um tão pobre pecador
Foi na cruz, foi na cruz
Onde um dia eu vi meu pecado castigado em Jesus
Foi ali, pela fé, que os olhos abri
E agora me alegro em sua Luz
(um pregador – Manuel)
Glória e honra ao Senhor Jesus
Um conto:
“Numa outra ocasião esse mesmo colega me perguntou como eu conseguia
resistir a tantas tentações que nos acometem, como lucrar prejudicando alguém,
mentir, dizer palavrões, mesmo as piadas maliciosas, que nos fazem rir e
sentir popular no meio de um grupo.”
“Como respondes-te?”
“Bem, como já tinha falado. Quando vêm essas situações, consigo discernir
nelas uma tentação que procura me afastar do bom caminho. E então ele perguntou:
e porquê não consigo ver eu dessa maneira? Porque os teus procedimentos têm feito
falar mais alto os valores mundanos e carnais. Quando entenderes que te desviares do mal
é um bem que fazes a ti próprio, e o praticares hábitos cristãos é o que te encaminha
para a eternidade. Então também conseguirás.”
“Deus te abençoe.”